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C.M. Ílhavo - Voltar ao início
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2.º Aniversário de Renovação do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré

2.º Aniversário de Renovação do  Centro Cultural da Gafanha da Nazaré
20 Junho 2012

Com a inauguração do renovado Centro Cultural da Gafanha da Nazaré (CCGN), a 20 e junho de 2010, e após dois anos de programação regular, o investimento de ampliação e qualificação do Centro Cultural da Gafanha da Nazaré é uma aposta ganha da Câmara Municipal de Ílhavo (CMI) na concretização da importante caminhada de crescimento e de desenvolvimento do Município.


Este Equipamento Cultural, integrado na rede municipal e gerido de forma integrada com o Centro Cultural de Ílhavo, é mais um instrumento da prioritária política cultural da CMI, cumprindo os seus objetivos principais e propostos à comunidade: a preservação e a promoção dos valores da nossa história, a formação integral dos Cidadãos e a promoção do espírito de inovação e de empreendedorismo.


Nestes dois anos de atividade, o CCGN acolheu um total de 20.326 pessoas, que visitaram e participaram nas cento e duas ações realizadas nas mais variadas áreas artísticas.


No desenvolvimento da sua atividade, o CCGN acolheu quarenta e duas ações de entidades públicas, privadas e associativas de proveniência local e regional, resultado da sua opção de abertura ao território e à comunidade local.


Para assinalar o 2.º Aniversário do renovado Centro Cultural da Gafanha da Nazaré, a Câmara Municipal de Ílhavo inaugurou a Exposição “Reflexos”, pintura de Madina, na Sala de Exposições do CCGN, que estará patente até ao dia 28 de julho de 2012.

 

Breve Caracterização da Exposição

Os reflexos da luz sobre a água são um incrível logogrifo, um enigma de linhas, tons e ritmos em permanentemente mutação e interação. Vagas que quebram imagens comuns de casas, árvores, barcos e pontes, vertendo-as em estranhos ornamentos e padrões. “Reflexos” é um projeto que pretende apresentar a beleza natural da Ria de Aveiro por uma perspetiva nova, abstrata e misteriosa.

Será produzida uma coleção de pinturas a óleo sobre tela, baseadas em fotógrafas realistas de reflexos de imagens sobre as águas da Ria. As telas constituirão um conjunto de obras à primeira vista apercebidas como abstratas. Meios complementares à sua leitura, como as próprias fotos, fotos dos locais de captação e textos descritivos, servirão para “denunciar” a natureza realista das imagens, permitindo, por processos de reconhecimento e identificação, a fruição plena do objeto inicialmente identificado como “abstrato”.

“Reflexos” é pois um projeto eminentemente pedagógico, destinado a lançar luz sobre o sentido dúplice do processo de criatividade.