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C.M. Ílhavo - Voltar ao início
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Pragas e Doenças Florestais

Nemátodo da madeira do pinheiro (Bursaphelenchus xylophilus)

O nemátodo da madeira do pinheiro é um verme microscópico do grupo das lombrigas que ataca preferencialmente pinheiros e outras árvores resinosas, levando-as à sua morte.
 
Sintomas:
  • Amarelecimento e murchidão das agulhas (primeiro as mais antigas, estendendo-se gradualmente a toda a copa);
  • Diminuição da produção de resina;
  • Manutenção das agulhas mortas por período prolongado;
  • Existência de ramos secos mais quebradiços que o habitual, levando à secura total da copa.
 
Se detetar alguns destes sintomas, deverá contactar o gabinete técnico florestal.
 
Fonte: Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas
 

Processionária do Pinheiro (Thaumatopoea pityocampa Schiff) em áreas urbanas e peri-urbanas

É um inseto desfolhador dos pinheiros e cedros, cujos ataques variam de intensidade de acordo com os seus níveis populacionais, fortemente influenciados pelas condições climáticas.
Em termos de produção lenhosa, verifica-se uma redução do crescimento das árvores no período em que ficam desfolhadas.
Em termos de saúde pública, a processionária pode representar, no entanto, um problema sério, sobretudo em anos de níveis populacionais elevados e junto a locais habitados.
 
Como todos os insetos, desenvolve-se passando por fases que são:
  • Ovo
  • Lagarta *
  • Pupa ou crisálida (casulo)
  • Inseto adulto (borboleta)
 
* As lagartas passam por 5 estádios de crescimento. A partir do 3º estádio possuem pelos urticantes que causam alergias na pele, globo ocular e aparelho respiratório.
Estas alergias podem ter consequências graves, dependendo da sensibilidade do indivíduo atingido.
 

Fonte: Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas 

Mais informações 

Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas

 

Escaravelho-das-palmeiras (Rhynchophorus ferrugineus)

É um inseto que ataca várias espécies de palmeiras (família Arecaceae), tendo como principais hospedeiros no nosso país a palmeira das Canárias, a palmeira-tamareira e, mais raramente, a washingtonia, provocando estragos importantes que podem conduzir à morte das plantas.
 
A maneira mais prática para detetar a presença do inseto é através da observação de um ou vários dos seguintes sintomas:
  • Coroa desguarnecida de folhas jovens no topo ou com aspeto achatado pelo decaimento das folhas centrais;
  • Folhas do topo caídas com sinal de desigual inserção;
  • Orifícios e galerias na base das folhas podendo conter larvas ou casulos com pupas e/ou adultos;
  • Folíolos roídos e desiguais;
  • Presença de orifícios na zona de corte das podas;
  • Restos de fibras.
Comunicação
Proprietários Públicos/Privados
(Escolas, hospitais, embaixadas, jardins botânicos, hotéis e particulares)
 
Os proprietários, públicos ou privados, de palmeiras que apresentem sinais ou sintomas suspeitos da presença de R. ferrugineus devem:
 
  • Informar a Direção Regional de Agricultura e Pescas (DRAP) ou a Câmara Municipal respetiva dos casos suspeitos ou confirmados para que seja avaliada a possibilidade de recuperação ou a necessidade de abate e destruição da palmeira e respetivo acompanhamento do processo;
  • Permitir o acesso aos locais onde se encontram os exemplares;
 
Fonte: Direção Geral de Alimentação e Veterinária
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