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Ria a Gosto - Festival de Marisco da Costa Nova

Ajuda a controlar o "mau colesterol", contém apenas gorduras insaturadas e é rico em vitaminas e minerais. Acha difícil acreditar que estes fantásticos sabores do Marisco da Ria de Aveiro e da costa portuguesa lhe fazem muito bem à saúde e, ainda por cima, ao espírito? Acrescente a deslumbrante paisagem e a companhia dos amigos. O que espera para vir à próxima edição?

 
 
 
Organização Illiabum Clube e Câmara Municipal de Ílhavo
1º fim de semana de agosto (em 2016 de 4 a 7 de agosto)
Relvado da Costa Nova, Gafanha da Encarnação, Ílhavo
Google Maps: 40.611591, -8.749001‎
GPS: 40° 36' 41.73" N, 8° 44' 56.40" W

 

 

 

 
 
 
 
 
A comercialização, apanha e cultivo de bivalves e captura de Marisco é uma das mais relevantes atividades económicas das comunidades piscatórias da Ria de Aveiro. No Município de Ílhavo, para além do consumo efetuado nos restaurantes locais, em especial nas praias da Costa Nova e da Barra, existe ainda um equipamento vocacionado para a sua comercialização – o Mercado do Peixe da Costa Nova, que emprega familiares dos pescadores e que está adaptado à venda do marisco já confecionado.
 
No ambiente informal de uma mega-tenda, instalada no relvado da Costa Nova e enquadrada pelo Canal de Mira e pelos palheiros, é também uma forma de apoiar uma das mais emblemáticas equipas de basquetebol nacional - o Illiabum Clube.
 
 
Conheça aqui os detalhes da edição 2014 (31 de julho a 3 de agosto)
 
 
 

Alguns mariscos da Ria de Aveiro...

 

Amêijoa

 

 
É uma das mais abundantes espécies de marisco da Ria de Aveiro que surge nas suas variedades amêijoa boa, rainha, ou real (Ruditapes decussatus), amêijoa macha (Venerupis pullastra) e amêijoa japonesa ou japónica (Ruditapes philippinarum), a única variedade não autóctone.
 
A riqueza das águas e a qualidade dos alimentos naturais da Ria de Aveiro faz que apresentem fino sabor e excelente textura.
 
São animais filtradores, que se alimentam de algas unicelulares e de diversas partículas arrastadas pelas correntes, capturadas através de um prolongamento em forma de tubo ou sifão.
 
A concha apresenta uma série de estrias que marcam as suas diferentes linhas de crescimento. Na face interna há um par de concreções carnosas, de forma cilíndrica, que, ao se contraírem, aproximam as duas partes da concha até fechá-la.
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Berbigão

 

 

O berbigão (Cerastoderma edule) é o molusco bivalve mais abundante na Ria de Aveiro, atingindo a sua produção milhares de toneladas por ano.

 

Apresenta um sabor suave e é aproveitado para confecionar diversos pratos da gastronomia da região, como o arroz de berbigão, enriquecendo muitos outros, como a cataplana de marisco, a sopa de peixe ou o arroz de marisco.

 

O berbigão vive protegido dentro de duas conhas, que, através de dois sifões, mantém a água em circulação dentro de seu organismo, permitindo-lhe respirar e alimentar-se de plâncton e de outros organismos aquáticos. Habita enterrado no lodo ou na areia, encontrando-se normalmente a 5 cm de profundidade, podendo rapidamente atingir outras profundidades ao sentir-se ameaçado. Porém, desempenha um papel importante como fonte de alimento para crustáceos, peixes e aves aquáticas.

Conhecido localmente como “crico”, a sua captura pode realizar-se facilmente à mão, fazendo da apanha do “crico” uma paisagem característica das margens da Ria de Aveiro.

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Ostra

 

 
As ostras da Ria foram sempre muito apreciadas, em especial pelos consumidores franceses. Este bivalve é atualmente produzido localmente em regime extensivo.
 

A Ria de Aveiro oferece excelentes condições para o crescimento de ostras, encontrando-se aqui as variantes europeia (Ostrea edulis), autóctone, e a japonesa (Crassostrea gigas), recentemente introduzida em toda a Europa.

 

A forma de consumo mais habitual é acrescentar-lhes apenas umas gotas de limão, após abertura da casca. 

 

Desenvolvem-se dentro de conchas de formatos irregulares e desiguais entre si. Estas conchas são muito calcificadas e fechadas graças a um músculo adutor. No início, estes moluscos vivem soltos nas águas e na areia e com o passar do tempo fixam-se nas rochas. Quando precisam de se alimentar, a ostra abre as conchas e suga a água para dela retirar nutrientes que ficam presos no seu muco. Quando a temperatura passa dos 10°C, as ostras costumam ingerir mais alimentos, chegando a filtrar, cada uma delas, até 5 litros de água por hora. 


A ostra é um molusco capaz de fazer pérolas quando alguma substância estranha entra em contacto com o seu corpo. Como consequência, produz uma espécie de resina, que envolve o agente invasor. Com o passar do tempo a crescente solidificação do agente transforma-o em madrepérola e depois em pérola.

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Mexilhão

 

 
 
Alimenta-se de fitoplâncton e de matéria orgânica ao filtrar constantemente a agua do mar, pelo que e sempre cultivado em zonas ricas em plâncton. Como características específicas do mexilhão podem referir-se a sua elevada fecundidade e uma fase larvar móvel, o que permite a sua distribuição por uma vasta área.
 
Normalmente entre marco e outubro, consoante a latitude, o mexilhão liberta larvas que são levadas pelas correntes. Em menos de 72 horas, essas larvas crescem e deixam de ter capacidade para flutuar, pelo que assentam, procurando pontos de fixação nos mais variados substratos. 

O mexilhão é normalmente consumido cozido, mas é também apreciado cru, tal como a ostra. Na grande maioria dos casos é vendido vivo, mas pode ser vendido sob a forma de produto transformado, em conserva ou em marinada.
 

 

Conheça aqui algumas receitas locais e aqui todos os produtos âncora da Ria de Aveiro...

 

 

Sugestões:

Passeio de Bicicleta à Beira Ria e à Beira Mar
Passeio de moliceiro à vela
Visita Navio Museu Santo André
Outras iguarias
Museu Marítimo de Ílhavo
Centro Cultural de Ílhavo
Biblioteca Municipal de Ílhavo
Forum Municipal da Juventude
CROACI
EMER
Skate Park
Ecocentro Municipal