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Arte Nova e outras referências arquitetónicas

 

 

Visite os mais belos edifícios e conjuntos arquitetónicos ilhavenses.

 

Comece a sua visita pelos exemplares dos séculos XVII e XVIII. O Palácio de Alqueidão e a sua capela, onde funciona atualmente a Biblioteca Municipal de Ílhavo, o monumento nacional da Capela da Nossa Senhora da Penha de França, na Vista Alegre e o Solar do Paço da Ermida, em Vale de Ílhavo, são boas opções. Vale também a pena visitar o primeiro Bairro Operário nacional – a Vista Alegre, cuja construção se iniciou em 1824. Os exemplares de Arte Nova serão os mais representativos da influência das viagens dos capitães ilhavenses na odisseia da pesca do bacalhau mas não os únicos. Os “palheiros”, as famosas casas de riscas existentes na praia da Costa Nova, eram originalmente em tons de vermelho ocre e preto, antigos armazéns de alfaias da pesca que, em inícios do século XX, com a fixação da entrada da Barra do Porto de Aveiro e a transformação da Costa Nova em estância balnear. Mas não poderá ser esquecida a arquitetura vernácula, e representativa da vida simples da classe trabalhadora dos povos da beira Mar e da beira Ria. O Museu Municipal Casa Gafanhoa é um exemplar recuperado e o seu interior pode ser visita mediante reserva prévia. E, finalmente, a arquitetura contemporânea, representada pelos edifícios do Museu Marítimo de Ílhavo, do Centro Cultural de Ílhavo, que certamente merecem uma visita.

 

 

CM Ílhavo
 
Solar dos Maias

 

Rua de Alqueidão, Ílhavo

 

Possuindo no alto da sua frontaria um brasão em escudo oval, com os símbolos das nobres famílias Maia, Castro e Pereira, o Solar dos Maias destaca-se da paisagem urbana de Ílhavo desde os finais do século XVIII. Este Paço brasonado conserva ainda as suas linhas curvas setecentistas, com bonitas sacadas, uma escadaria lateral e imponentes portões de ferro.

 

 
 
 

 

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Palácio de Alqueidão e Capela (Biblioteca Municipal de Ílhavo)

 

Av. General Elmano Rocha, Alqueidão, Ílhavo

Inclui a Capela da Nossa Senhora das Neves

Tel.: (+351) 234 321 103

E-mail: biblioteca_municipal@cm-ilhavo.pt

 

A Biblioteca Municipal de Ílhavo está instalada no que resta do Solar Visconde de Almeida (também conhecido como Palácio de Alqueidão, Solar dos Ribeiros, Solar de N.ª Sr.ª das Neves ou Palácio dos Rebochos), edifício nobre datado do século XVII, mandado construir por Domingos André Ribeiro e sua esposa D. Maria Rita Sousa Pissaro, e posteriormente alterado. Antes da reabilitação realizada em 2001, do edifício original subsistia apenas a fachada principal (sudeste) e a Capela, ambas em ruína, e da antiga cocheira, que rematava o conjunto a sudoeste, já nada restava. O que existia ainda do edifício original eram elementos de arquitetura qualificada, nas proporções do desenho e elegância do trabalho de cantaria.

 

A reabilitação tratou, no fundo, de compatibilizar harmoniosamente um novo edifício com o antigo solar/palácio. A capela (Nossa Senhora das Neves) foi restaurada na sua essência espacial preservando os seus elementos mais importantes, incluindo o mobiliário contemporâneo especificamente concebido para o espaço, tal como o novo retábulo de Pedro Calapez “Neve de Espinhos”, que repõe a tipologia e sentido de policromia original.

 

A sua reabilitação, projeto realizado pela ARX Arquitectos, foi nomeada para o “Prémio a la Obra de Arquitectura” da “V Bienal Iberoamericana de Arquitectura e Urbanismo", em Montevideo (Uruguai, 2006), foi selecionada para integrar a exposição "Habitar Portugal 2003-2005", no CCB (Lisboa, 2006) e distinguida com o “International Architecture Awards“, do The Chicago Athenaeum (EUA, 2006). A atestar o interesse e qualidade desta reabilitação está a sua inclusão no Guia "Portugal Contemporâneo" do Turismo de Portugal IP.

 

Moradia de alguns dos mais influentes políticos regionais dos séculos XVII e XVIII e também de Dona Maria Benedita de Souza Queiroz Pizarro, querida e venerada Baronesa de Almeidinha, o Solar de Alqueidão, alia o interesse arquitetónico ao interesse histórico. Dos moradores destacam-se também João de Sousa Ribeiro e Silveira, Capitão-mor de Ílhavo, que, a suas expensas, abriu uma barra na Vagueira, ligando a laguna ao oceano e assim escoando para o mar a água que inundava os campos ribeirinhos. Um outro morador foi o capitão João de Sousa Pissaro, liberal que acabaria por morrer no combate da Cruz de Morouços em 1828.

 

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Bairro Industrial da Vista Alegre 

Lugar da Vista Alegre, Ílhavo

 

A “Fábrica da Vista Alegre” possibilitou o aparecimento deste bairro, o primeiro bairro industrial português, quase uma mini cidade destinada a ser habitada pelos trabalhadores da fábrica (vindos de todo o país e do estrangeiro) e das suas famílias.


O seu projeto e implementação bebeu dos conceitos europeus da cidades industriais e utópicas em inícios do século XIX (fortemente influenciados pelos modelos ideológicos decorrentes das revoluções Industrial e Francesa, pensados de modo a corresponder a novos ideais de organização social, de gestão e de organização de trabalho e por empreendedores cultos, viajados, herdeiros do racionalismo iluminista e de conceitos economicistas que se misturam com a atitude romântica que caracteriza essa época) mas também da procura da ideia da “casa portuguesa”, que surgiu nos anos 20 do século passado, em Portugal, com o Estado Novo e o seu novo quadro de valores - exaltação da família e dos bons costumes, resultando na construção de casas com motivos tipicamente nacionais.

 

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Capela da Nossa Senhora da Penha de França/ Capela da Vista Alegre

Vista Alegre, Ílhavo

www.vistaalegreatlantis.com

 

Classificada como Monumento Nacional desde 1910

 

É uma capela que data dos finais do século XVII, obra do bispo D. Manuel de Moura Manuel, executada em sua vida, com exceção de duas torres da capela que foram levantadas pelo fundador fábrica, José Ferreira Pinto Basto, quase dois séculos depois, ainda que de acordo com o projeto inicial.


É considerado um templo muito perfeito. Tem apenas três altares, sendo que o principal é dedicado à Senhora da Penha de França, e os laterais são dedicados ao Mistério da Conceição e ao Mistério e Título do Rosário. O interior é de uma só nave, que cobre também o coro alto, terminando com uma capela na cabeceira. A abóbada de berço tem como decoração uma árvore de Jessé, uma das maiores portuguesas. Encerra a cabeceira um belíssimo altar assente numa plataforma ligeiramente mais elevada que o solo. O enquadramento é de mármore com embutidos, as talhas são de madeira domada, seguindo o estilo barroco. Nas paredes laterais do templo há outros dois altares de talha dourada, de bom traçado e execução, também seguindo o estilo barroco. Toda esta capela é ricamente ornada. É tudo obra de jaspes embutidos e revestidos e o arco da tribuna é de colunas de talha muito volante e perfeita.

 

Em termos de escultura, nas três capelas/altares laterais vêem-se imagens perfeitíssimas. A Senhora da Penha de França está colocada numa rica tribuna na capela-mor, dentro de uma charola, feita à perfeição daquela em que está a Senhora da Penha de França de Lisboa. Debaixo da charola fica um grande vão que faz vista ao altar-mor onde se pode ver um presépio, representando o nascimento do Menino Jesus. Sobre o arco da capela-mor vê-se num nicho a imagem de Cristo ressuscitado.

 

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CM Ílhavo
 
Vila Africana
 

Rua Vasco da Gama, Ílhavo

 

Localizado no n.º 135 da Rua Vasco da Gama, encontra-se uma bela vivenda em estilo Arte Nova, tendo sido projetada pelo desenhador-pintor aveirense José de Pinho e construída entre 1907 e 1908, que se destaca pela exuberância da fachada. Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público e nela pode observar-se um equilibrado jogo de planos com cantaria de boa execução e desenho, conjugado com as cores do azulejo, sobretudo o dos frisos em ritmado efeito floral de fino gosto, e de serralharia singela mas bem desenvolvida em temática linear e florar que corre no gradeamento.

 

A entrada é feita através de um duplo lanço de escadas, paralelo ao frontispício, protegido por uma gradaria de formas orgânicas, muito ao gosto Arte Nova. Antecede-a um alpendre suportado por colunas profusamente decoradas. Um friso de azulejos de motivos florais percorre todo o edifício junto à cornija.

 

A porta oval do piso térreo relaciona-se com a janela superior, decorada por elementos de inspiração natural e uma máscara central. A forma oval repete-se no vão de dimensões reduzidas que coroa o corpo mais alto, uma espécie de torreão, com remate em coruchéu. Sobre a referida janela, um painel de azulejo envolto por folhagem, exibe a designação da casa. Do lado oposto abre-se uma outra janela geminada.

 

O terreno em torno da casa é protegido por um muro, de cantaria e grades também Arte Nova, conferindo uma grande unidade ao projeto.

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Vila Vieira

Avenida 25 de abril, Ílhavo
 
 

Construído na década de 30 do século XX, terá servido de habitação a João Fernandes Vieira, figura bem identificada na sociedade local e vereador por alguns anos na Câmara Municipal de Ílhavo, mas também, por longos espaços de tempo radicado na América do Sul. O edifício enquadra-se numa linguagem arquitetónica eclética de finais do Século XIX e inícios do Século XX. Trata-se pois de um edifício onde se mescla a arquitetura tipo colonial, a arquitetura popular portuguesa, tipo portuguesa suave, e alguns referentes decorativos de Arte Nova.

 

Pela nobreza do edifício, pela referência a uma arquitetura tradicional, e pela sua localização central na Cidade de Ílhavo, a Câmara Municipal de Ílhavo procedeu à aquisição e recuperação da Vila Vieira, inaugurando em julho de 2005 este espaço como sede da Junta de Freguesia de S. Salvador.

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Bairro da Malhada
 
Via da Malhada, Ílhavo
 
Abraçando a riqueza dos recursos da Ria, instalou-se na margem nascente do Canal do Boco um típico Bairro de Pescadores, caracterizado pela presença de desenhos de temas marítimos no topo das suas casas.
 
 
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CM Ílhavo
 
Palheiros da Costa Nova
 
Calçada Arrais Ançã, Avenida José Estêvão, Costa Nova

 

São famosas casas de riscas existentes nesta praia, originalmente em tons de vermelho ocre e preto, utilizados como antigos armazéns de alfaias da pesca.

 

Até inícios do século XIX a Costa Nova era um extenso areal desabitado mas, após a fixação da Barra do Porto de Aveiro, em 1808, os pescadores das campanhas piscatórias de Ílhavo mudaram-se para a Costa Nova e começaram a construir “palheiros” para guardarem as redes e outros materiais associados à pesca.

 

Estes eram inicialmente amplos e sem quaisquer divisões interiores e, mais tarde, divididos com tabiques de madeira que eram “decorados” com conchas de ostras. Simultaneamente, as famílias dos seus sócios, escrivães e arrais de outras companhias foram sendo atraídas para a zona nos meses de verão e outono, transformando-os nos atuais palheiros com riscas coloridas, bem à “moda burguesa de ir a banhos” da segunda metade desse século, para que pudessem servir como habitação na estação balnear.

 

Restam ainda alguns dos palheiros originais, em ocre e vermelho, de que é exemplo o palheiro de José Estêvão,  mesmo em frente à marina do Clube de Vela da Costa Nova. Mandado construir por Manuel de Moura Vilarinho, em 1808, é um belo exemplar dos originais palheiros. Em 1958 o parlamentar José Estêvão adquiriu-o e ainda hoje se encontra na posse dos seus descendentes. Aí reunia alguns dos grandes nomes da cena artística nacional e políticos da época como Eça de Queirós, Guerra Junqueiro e Oliveira Martins, associados à “Geração de 70” e ao movimento do “realismo”.spacerspacer

 

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Farol da Barra

 

Largo do Farol, Praia da Barra, Gafanha da Nazaré

Visita às quartas-feiras à tarde: 3 subidas (de hora a hora), no período das 13h30 e as 16h30 (inverno) ou no período das 14h00 às 17h00 (verão).

Observações: implica a subida da escadaria de acesso (288 degraus).

 

O projeto do Farol da Barra foi iniciado em 1885 pelo Eng. Paulo Benjamim Cabral e concluído pelo Eng. Maria de Melo e Mattos em 1893, tendo sofrido grandes restaurações em 1929.

 

É o mais alto farol português e do seu topo pode ser apreciada uma das mais belíssima paisagem das praias da região. 


Exibe uma imponente torre cilíndrica, com 66 metros acima do nível do mar (62 metros de altura), onde se situa a principal componente do farol. A sua potente lâmpada projeta um feixe luminoso visível a 22 milhas náuticas de distância (cerca de 40 quilómetros).


Inicialmente, a principal fonte luminosa era obtida por incandescência do vapor do petróleo e só em 1950 passou a ser alimentado por energia elétrica.spacer

 

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CM Ílhavo
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CM Ílhavo
 

Forte da Barra

Gafanha da Nazaré

Classificado como Imóvel de Interesse Público

 

Esta fortaleza, que protegia a Ria de Aveiro, foi edificada no século XVII, no período pós-Restauração. Depois de 1640, a necessidade de reforçar as fronteiras do Reino tornaram-se uma prioridade na política da Coroa, pelo que uma das primeiras medidas de D. João IV foi a criação do Conselho de Guerra, que supervisionou uma reestruturação da rede de fortalezas fronteiriças.

 

Na Região de Aveiro foi edificado um forte "na ilha da Mó do Meio", na Gafanha da Nazaré (Ílhavo), que originalmente apresentava uma planimetria abaluartada, da qual subsiste uma cortina entre dois baluartes.

 

Em meados do século XIX, a fortaleza perdia importância defensiva e estratégica, sendo desativada das suas funções militares. Até aos finais do século XX ainda serviu de local de orientação para a entrada de barcos na barra da Ria de Aveiro, perdendo essa função em 1893 com a construção do Farol da Barra. Catarina Oliveira, IPPAR/2006 (adaptado)

 

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Casa Gafanhoa

Rua S. Francisco Xavier, Gafanha da Nazaré

Tel.: (+351) 234 329 602

 

Visitas para grupos mediante marcação prévia.

 

Construída nos finais da década de 20 do Século XX, é uma antiga habitação de lavradores, recuperada e convertida em Museu Municipal a 11 de novembro de 2000, atualmente gerido pelo Grupo Etnográfico da Gafanha da Nazaré.

No seu interior, encontra-se um testemunho fortíssimo dos modos de vida rurais da população do Município, intimamente relacionados com as fainas do Mar e da Ria que caracterizam a sua Cultura, Etnografia e Tradição.

 

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Museu Marítimo de Ílhavo 

 

Av. Dr. Rocha Madaíl, Ílhavo

Tel.: (+351) 234 329 990

E-mail: museu@cm-ilhavo.pt

Autoria: irmãos Nuno e José Mateus (1999/2002) e ampliação em 2012 pelos mesmos arquitetos

 

  • Emitido em Selo pelos CTT, Correios de Portugal em 2007
  • Prémio AICA, Associação Internacional dos Críticos de Arte / Ministério da Cultura 2003
  • Nomeado para o "Prémio Secil 2002"
  • Nomeado para o "Prémio Mies Van Der Rohe 2002" Seleccionado para o "XXI Encontro Internacional do UIA", Berlim, Alemanha, 2002
  • Distinguido com o prémio CONSTRUIR, instituído pelo jornal com o mesmo nome, para melhor Projeto Público 2013, na categoria de Arquitetura. 

 

O projeto tratou de uma profunda remodelação do edifício existente (datado de 1937), tendo sido reformulando a sua estrutura, espaços, instalações e imagem geral, ampliando a área bruta sensivelmente para o dobro e vocacionando o discurso arquitetónico a desenvolver-se através de uma justaposição de volumes com uma relativa autonomia entre si.


A água, visível a partir de todos os corpos, passou a ser o elemento de ligação da experiência deste museu. Sendo na realidade o suporte da sua temática (marítima) e necessária para o combate a incêndios, é também um potencial campo expositivo.

 

O Museu Marítimo de Ílhavo foi ampliado em 2012, pelos mesmos arquitetos, implantando-se os novos edifícios a noroeste do original, no lote da antiga Escola Preparatória, que foi convertida no CIEMAR - Centro de Investigação e Empreendedorismo do Mar e ainda num novo edifício onde se implantou o Aquário dos Bacalhaus.

 

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Casa da Cultura de Ílhavo 

 

Av. 25 de Abril, Ílhavo

Tel.: (+351) 234 397 260

Tel. bilheteira: (+351) 234 397 262

E-mail: centrocultural@cm-ilhavo.pt

 

Inaugurada a 24 de março de 2008, a atual Casa da Cultura, ex-Centro Cultural de Ílhavo, habita num edifício imponente, moderno e arrojado, um projeto assinado pelo arquiteto Ilídio Ramos, que se debruça sobre a Avenida 25 de Abril, artéria principal da cidade de Ílhavo. Trata-se de um edifício de vidro que evoca as tradicionais barracas de praia, marcado pelo arrojo arquitetónico.

 

As tecnologias utilizadas para a construção da torre de cena, nomeadamente mecânica e comunicações de cena permitiram à equipa de projeto desenhar um modelo arquitetónico mais compacto que o habitual em equipamentos deste género. É mesmo um dos primeiros edifícios do país a possuir esta tecnologia. Nesta obra foram também utilizadas cerca de 700 toneladas de aço em estruturas metálicas. O edifício contempla também uma consola de 20 metros de vão, com o objetivo de criar um espaço de sombra para acolher espectáculos ao ar livre.

 

Apresenta também algumas características singulares ao nível da acústica, conseguidas com o apoio da engenharia da especialidade. A sala, desenhada assimetricamente, possui uma acústica variável conforme o tipo de eventos que acolhe. o sistema “box in box” da Casa da Cultura otimiza a acústica da sala de espetáculos. Finalmente, a caixilharia exterior, em aço inox e vidro serigrafado, foi desenhada exclusivamente para este espaço, tendo sido desenvolvida artesanalmente e integrando uma fachada ventilada que constitui um invólucro translúcido que envolve a sala de espectáculos.

 

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Capela da Nossa Senhora dos Navegantes 

 Forte da Barra, Gafanha da Nazaré

 

No Forte da Barra, começou a ser construída em 3 de Dezembro de 1863 a capela da Nossa Senhora dos Navegante, sob a direção do exímio engenheiro Silvério Pereira, a expensas dos Pilotos da Barra.


Localizada num local nobre do Município de Ílhavo, é um convite aberto a um belo passeio. Há um interesse e invulgar nesta capela e suas paredes ameadas e a ombreira principal, de pedra Ançã, lavrada em espiral, com arco em ogiva. A sua festa, que inclui uma singular procissão náutica, celebra-se na última segunda feira de setembro.

 

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Cais Criativo da Costa Nova 

 

Inaugurado apenas em janeiro de 2016, inicialmente com o nome de Centro Sociocultural da Costa Nova, localiza-se na frente marítima desta praia, sobre as dunas, e ligado a esta praia por passadiços de madeira, sendo também todo ele construído em madeira (o exterior - “tosco” e lembrando um navio invertido, contrastando com o interior - “suave”, branco e leve).

 

 

É uma peça arquitetónica de exceção, projetada pelos conceituados arquitetos Nuno e José Mateus, do gabinete ARX Portugal, com vista sobre as dunas e a igreja da Costa Nova, com acesso livre ao topo do edifício pelos transeuntes…

 
 
 
 

 

Sugestões de roteiros e atividades:

 

Trilho Urbano Cidade de Ílhavo 

 

Visita à Vista Alegre 

Museu Marítimo de Ílhavo
Centro Cultural de Ílhavo
Biblioteca Municipal de Ílhavo
Forum Municipal da Juventude
CROACI
EMER
Skate Park
Ecocentro Municipal