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Aves

O retomar do contacto com a natureza e a descoberta da beleza discreta das aves da Ria e do Mar são os principais atrativos do birdwatching.  

A Ria de Aveiro, uma das zonas húmidas mais extensas de Portugal, com mais de 11.000 hectares, inclui um complexo sistema lagunar, que inclui águas estuarinas, sapais e salinas, zonas palustres de água doce e áreas de foresta aluvial associadas ao Rio Vouga e seus principais afluentes na sua foz. Inclui também uma área de águas marinhas adjacentes à costa, até uma profundidade de 20 metros. 

Tem regularmente mais de 20.000 aves aquáticas invernantes, destacando-se a presença de grandes números de aves limícolas, especialmente o Pilrito-de-peito-preto e o Borrelho-de-coleira-interrompida. Na zona marinha registam-se por vezes grandes números de Negrola. De destacar que é nesta Zona de Proteção Especial que se encontra 60% da população nidificante em Portugal da Garça Vermelha. 

 

 

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No Município de Ílhavo, que integra na Zona de Proteção Especial da Ria de Aveiro (Rede Natura 2000) em 31% do seu território, podem ser observadas algumas espécies que abaixo se indicam. 

 

Potencial para observação das seguintes aves (prioritárias):

  • Águia pesqueira (Pandion Haliaetus), inverna em Portugal.
  • Alfaiate (Recurvirostra Avosetta), inverna em Portugal.
  • Andorinha do Mar Anã (Sterna Albifrons), distribui-se em Portugal continental ao longo da costa em estuários e lagoas costeiras, a sul da Ria de Aveiro.
  • Borrelho de coleira interrompida (Charadrius Alexandrinus), presente na faixa costeira do litoral português, no inverno procura normalmente praias, salinas ou pequenas ilhas de areia.
  • Borrelho grande de coleira (Charadrius Hiaticula), existente na faixa costeira de Portugal Continental, concentram-se em areais extensos ou praias, em áreas abertas, sem árvores, ervas altas, nem excessivamente lodosas e rochosas.
  • Colhereiro europeu (Platalea leucorodia). A sua área de distribuição em Portugal Continental, estende-se como invernante desde a Ria de Aveiro até ao Algarve. Os locais de invernada e de passagem são normalmente marinhos, encontrando-se confinados a deltas, estuários, lagoas, zonas costeiras baixas e abrigadas e, por vezes, grandes barragens. As colónias nidificantes estão presentes na orla costeira, estuários, rias, salinas, cursos de água, pauis, açudes, com elevado grau de segurança face à perturbação e à predação.
  • Garça – Pequena (Ixobrychus Minutus). Nidificante estival, a sua distribuição em Portugal estende-se de Norte a Sul do País, ao longo dos rios e ribeiras principais e em lagoas e albufeiras, embora aparentemente esteja melhor distribuída na zona centro do País.
  • Garça Vermelha (Ardea purpúrea), nidificante estival, está presente de março a setembro, nidificando em zonas húmidas ou nas suas imediações. 
  • Milhafre preto (Milvus migrans), nidificante estival, instala os ninhos exclusivamente em árvores.
  • Pato preto (Melanitta nigra), invernante, em Portugal a sua distribuição é costeira, ocorrendo atualmente quase exclusivamente entre o Cabo da Roca e a Foz do Douro verificando-se as maiores concentrações na Ria de Aveiro.
  • Pernilongo (Himantopus Himantopus), conhecidos como os “reis das salinas”, residente e nidificante estival, a área de distribuição da espécie como nidificante no território continental, abrange sobretudo as zonas costeiras estuarinas a sul da Bacia do Rio Vouga.
  • Pilrito comum (Calidris Alpina), invernante e migrador de passagem, em Portugal ocorre sobretudo ao longo da faixa litoral. Os estuários do Tejo e do Sado, a Ria de Aveiro e a Ria Formosa albergam, no seu conjunto, a maioria da população invernante no nosso país.
  • Tartaranhão ruivo dos pauis ou águia sapeira (Circus Aeruginosos), Em Portugal continental, a população reprodutora de Águia-sapeira distribui-se ao longo da faixa costeira ocidental, limitada às principais zonas húmidas, das quais se destacam o estuários do Tejo e Sado, a Ria de Aveiro e o Baixo Mondego. A população invernante distribui-se principalmente pelos mesmos núcleos, embora apresente uma distribuição mais alargada, estando presente em diversas zonas húmidas onde não ocorre durante o período reprodutor.
  • Aves marinhas migradoras
  • Passeriformes migradores de caniçais e galerias ripículas

 

Potencial para observação das seguintes aves (não prioritárias): 

  • Cacongo (Tringa Totanus)
  • Cegonha branca (Ciconia Ciconia)
  • Combatente (Philomachus pugnax)
  • Cotovia pequena (Lulula Arbórea)
  • Felosa do Mato (Sylvia Undata)
  • Felosa unicolor (Lucostella Luscinioides)
  • Flamingo comum (Phoenicopterus Roseus)
  • Fuselo (Limosa Lapponica)
  • Galinhola (Scolopax Rusticola)
  • Garajau (Sterna Sandvicensis)
  • Garça branca pequena (Egretta garzetta)
  • Garça Real Europeia (Ardea Cinerea)
  • Guarda Rios (Alcedo Atthis)
  • Íbis preto (Plegadis falcinellus)
  • Maçarico de bico direito (Limosa Limosa)
  • Marrequinha comum (Anas Crecca)
  • Noitibó da Europa (Caprimulgus Europaeus)
  • Ostraceiro europeu (Haematopus Ostralegus)
  • Papa ratos (Ardeola Ralloides)
  • Pilrito das Praias (Calidris alba)
  • Pilrito de bico comprido (Calidris ferrugínea)
  • Pilrito escuro (Calidris marítima)
  • Pilrito Pequeno (Calidris minuta)
  • Rouxinol grande dos caniços (Acrocephalus Arundinaceus)
  • Rouxinol pequeno dos caniços (Acrocephalus Scirpaceus)
  • Seixoeira ou Maçarico de papo vermelho (Calidris Canutus)
  • Tarambola cinzenta (Pluvialis Squatarola)
  • Tarambola dourada (Pluvialis apricaria)
  • Torda Mergulheira (Alca torda)

 

Locais mais prováveis para observação de aves: